Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 1.500 vezes em 2011. Se fosse um bonde, eram precisas 25 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo

Anúncios
Publicado em Sem categoria | 1 Comentário

Notícias do Bairro – Certificação à alguns cidadões do bairro

Câmara de SP homenageia pioneiros de Guaianases
em 16/05/2008

Por iniciativa do vereador Adolfo Quintas (PSDB), a Câmara Municipal de São Paulo realizou no Salão da Paróquia São Benedito em Guaianases uma Sessão Solene em homenagem ao 147º aniversário do bairro de Guaianases. A solenidade aconteceu na noite da última terça-feira, 13, e teve a presença de familiares e convidados.

Durante o evento Adolfo Quintas entregou o certificado de Voto de Júbilo e Congratulações às personalidades que contribuíram para o desenvolvimento econômico, social e cultural do bairro. “Os homenageados foram escolhidos por uma comissão formada por diversos representantes da comunidade”, disse.

Para o vereador, esta homenagem significa o reconhecimento das famílias que lutaram e lutam a mais de um século para o desenvolvimento de Guaianases. “O crescimento deste bairro foi espantoso. Tanto em relação à população quanto no desenvolvimento econômico, cultural e educacional”, acrescenta.

Os homenageados são: Professor Antonio Carlos Calabrez, Capitão Benedito Pereira, Gilberto Borja Pinto, Hélio de Brito Junior, Jayme Cavalcanti da Silva, José do Carmo, Professora Luzia Martins de Santana, Dr. Luiz Antonio do Nascimento, Professora Maria Ângela Gianetti, Manoel Tavares Martins, Nelson Molina Santiago, Regina Célia Garbuio da Silva, Professora Sonia Telles, Terezinha de Souza Marcondes do Amaral, Padre Valdir Viana e Virginio Furtado de Souza.

Mesa de honra presidida por homenageados. No destaque Adolfo Quintas: “Nesta homenagem podemos destacar o papel de algumas famílias guerreiras que executaram ações de políticas públicas e fizeram à história de Guaianases. Entre elas, a família Calabrez e Gianetti-estas que vieram para Guaianases no século retrasado em 1814 e iniciaram o bairro juntamente com a primeira atividade comercial, ou seja, as olarias. Um merecido destaque à participação de líderes e personalidades em diferentes segmentos como empresarial, governamental ou não-governamental. Não podemos deixar de homenagear o primeiro comerciante do bairro o Sr. João Radiante, o filho de Guaianases Deputado Estadual e vereador Guilherme Gianetti, Jesus Teixeira da Costa e Izidoro Mateus (todos in memorian)”

“Quero parabenizar a Câmara de São Paulo em especial ao vereador Adolfo Quintas. E destacar que Guaianases um bairro com aproximadamente 400 mil habitantes tem recebido a participação do poder Legislativo, que optou por homenagear pessoas com destaque profissional e social que contribuíram com o progresso do bairro. Graças a Adolfo Quintas que teve o compromisso de trabalhar durante estes três anos e seis meses juntamente com os colegas da Câmara, hoje as conquistas são notórias na gestão Serra/ Kassab. Cito os versículos da Bíblia instituídos pelo Apóstolo Paulo, que diz: Combati o bom combate. Preservei a fé e terminei a minha missão”, diz o Chefe de Gabinete e representante da Subprefeitura de Guaianases, Juracy Ferreira da Silva emocionado

Primeiro homenageado da noite, Professor Antonio Carlos Calabrez, mantenedor da Faculdade Guaianás e do Colégio Palmarino Calabrez, por votos de júbilo e congratulações, que tem proporcionado o elo comunitário em Guaianases e contribuído para o desenvolvimento educacional e cultural do bairro

Capitão Benedito Pereira exibe o certificado e agradece o caloroso aplauso

Emocionado, o presidente do Rotary Club de Guaianases Hélio de Brito Junior se sentiu honrado em receber a homenagem. “Esta homenagem compartilho com os demais rotarianos. O nosso Club foi fundado há um ano, com o propósito de servir e contribuir para o desenvolvimento do bairro. Convidamos estas ilustres famílias que foram homenageadas para fazerem parte do nosso companheirismo para juntos fazermos ações sociais em prol de Guaianases”

Jayme Cavalcanti da Silva feliz, agradece ao vereador Adolfo Quintas

Sr. Manoel Tavares Martins também foi homenageado. Ele agradeceu a indicação da comunidade e a iniciativa do vereador

Muito aplaudida, Terezinha de Souza Marcondes do Amaral recebe flores e o certificado

Vereador entrega certificado para o Padre Valdir Viana da Paróquia São Benedito e agradece o espaço cedido para o evento

“Agradeço a comunidade de Guaianases por me ter outorgado o título de personalidade, através da Câmara Municipal de São Paulo na figura do Sr. Excelentíssimo Vereador Adolfo Quintas”, disse o Dr. Luiz Antonio do Nascimento

“Nesta semana tão importante para nós guaianasenses somos presenteados pela Câmara de São Paulo que trouxe esta merecida homenagem. Isto é valorizar o cidadão. Isto é política pública. Se acreditarmos, com certeza, faremos acontecer. Merecemos tudo de bom e tudo de melhor. Como nos ensinou os líderes do passado e do presente não basta só querer, tem que lutar com garra para alcançar. Agradeço a homenagem a todos que indicaram e com estas congratulações. Também homenageio os que compartilharam este título”, disse a Professora Maria Ângela Gianetti

Virginio Furtado de Souza representante da Pedreira São Mateus recebe o certificado. Visivelmente emocionado, agradeceu

Lourdes Ramos e Aline Queiroz

Publicado em Sem categoria | 1 Comentário

Guaianases Velho de Guerra

Guaianases velho de guerra…

História de Guaianases
A formação do bairro de Guaianases, em breve relato, iniciou-se com o aldeamento dos Índios Ururaí em São Miguel Paulista e Guarulhos, com a data passada em 12 de outubro de 1580, por Jerônimo Leitão ” Capitão desta Capitania em São Viscente”, através da qual foram concedidas terras aos Índios Seis léguas em quadra ao longo do rio Ururaí (hoje tietê), as quais começaram a partir donde acabar a data de João Ramalho e de seus filhos e vão pelo rio corrente tanto de um lado como outro, até acabarem as ditas seis léguas em quadra… com condições de sesmarias conforme ordenação de El rei nosso senhor de hoje para todo o sempre…(extraídos da Câmara de São Paulo, 1622 vol. I).Assim, prosseguiu o chamado aldeamento até total extinção dos Índios, por volta de 1820, passando suas terras para o domínio de particulares, durante os anos seguintes.E foi em terra da família Bueno, localizadas (onde hoje situa-se o Cemitério Lajeado) no Vale do Ribeirão Lageado como simples parada e pousada de viajantes, edificada a pedido do Senhor Manoel Joaquim Alves Bueno, uma capelinha e assim como a Cidade de São Paulo, que nasceu em dia Santo, também Guaianases tem um dia Santo como marco principal.É o dia 3 de maio, dia de Santa Cruz, isto porque neste mesmo dia do ano 1861, o vigário da Paróquia de Arujá, João Cardoso de Menezes e Souza, celebrou a primeira missa e procedeu a benção da Capela de Santa Cruz do Lajeado, e ao redor da Capela que foi reedificada em 1872, começou o nascimento do povoado de Guaianases.A princípio chamava-se Lajeado, porém terras, onde cultivavam produtos agrícolas e agropecuários, segundo outras famílias também imigrantes italianos, instalaram-se como comerciantes com a inauguração da Estrada de Ferro norte São Paulo, posteriormente Estrada de Ferro Central do Brasil (REFASA), e (CBTU) Companhia Brasileira de Trens Urbanos, hoje sob controle da (CPTM), Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.Em 06/11/1875, o local onde fora construída a Capela, recebeu a designação de Lajeado Velho, e o núcleo vizinho à estação ferroviária, recebeu o nome de Lajeado Novo, o qual no final do século XIX ganhou outra Capela também dedicada a Santa Cruz. Entretanto para que não houvesse confusão, a Igreja Santa Cruz do Lajeado Velho, teve seu orago mudado para Santa Quitéria, que segundo a lenda, seria o nome de uma escrava fugitiva de uma das fazendas existentes na região pertencentes aos padres Carmelitas, sendo capturada e ali sacrificada selvagemente.O Lageado Novo, começou a prosperar com a chegada dos Imigrantes Italianos a partir de 1876, 1891, 1900, 1906, 1912 e 1920, juntando-se com tradicionais famílias já existentes. Foram os primeiros compostos pelas famílias Thadeo; Gianetti; Diório; Premiano Pistócio; Galia; Pucci; Bauto, estes instaladores de Olarias, principal atividade econômica por longo tempo no lugar, que foram as responsáveis pelo fornecimento de tijolos para as construções da cidade São Paulo, principalmente as indústrias e moradias dos bairros da Móoca, Brás, Belém, Mooca, Bom Retiro, Pari, etc.As segundas famílias , Bueno, Pereira, Mariano, Carmo, Pedroso, Moreira, Leme, Cunha, Jordão, Xavier, Leite etc… eram proprietários de grandes áreas de terras, onde cultivavam produtos agrícolas e agropecuários, seguindo outras famílias também de italianos. Instalaram-se como comerciantes em várias atividades as famílias, Calabrez, os Tabelini e Prandini, com o ramo de Secos e Molhados; a família os Iapequini, com a extração e corte de lenhas e madeiras, que também abasteciam as Indústrias do início do século, na cidade de São Paulo.A família Radiante, como fabricantes de vinhos; outras também italianas, dedicavam-se às atividades de fabricação de tachos de cobre como os Vita. Bomfanti, Cornedi e Saqueto ferreiros e carpinteiros.Vinda em 1912 a família Matheus, imigrante espanhola, que através do patriarca Luiz Matheus, funda as Pedreiras Lajeado e São Matheus, que também passou a abastecer a cidade de São Paulo.Contava Lajeado já volta de 1920, com uma população aproximada de 600 habitantes e 100 prédios.Em 1924, a direção da E.F.C.B.(Estrada de Ferro Central do Brasil) atual CPTM, mudou o nome da Estação, para Carvalho de Araújo, em homenagem a um dos Engenheiros da dita ferrovia. Na data de 30/12/29, Lajeado foi elevado à condição de Distrito.Durantes o período de 1920 a 1940, Lajeado teve um desenvolvimento inexpressível, tendo surgido os primeiros loteamentos na década de 1920, como Vila Iolanda(1926),CAIC(1928),Princesa Isabel(1928), parte da fazenda Santa Etelvina(1926), onde chegou a formar-se um pequeno núcleo de imigrantes alemães e austríacos, em número de 12 famílias.Guaianases passa a ter em 1934, população de 1.642 habitantes, possuindo até então uma única Escola Reunidas de Lajeado,fundada em 1873; a Agência de Correios em 1873; uma subdelegacía de policia, criada em 1895 e duas Agremiações Esportivas, o Atlas Lajeadense F.C., cuja fundação ocorreu por volta 1915 e posteriormente a União F.C. fundado em 1934; ambos possuíam boas sedes, onde nos finais de semana, realizavam animados bailes, como também possuíam os melhores esquadrões da região vindo a fundir-se em 1946, criando o atual Guaianases F.C.Possuía também Bandas de Músicas, existindo a primeira no período de 1915 a 1926, e a Segunda Corporação Musical Lira de São Benedito, fundada em 1933, extinta em 1938.Como curiosidade, havia um trecho de estrada de ferro particular, ligando a estação do Lajeado à Fazenda Santa Etelvina, hoje Cidade Tiradentes, cuja instalação ocorreu em 1908, tendo sido extinta em 1937, em cujos trilhos corria um bondinho de passageiros e pequenos vagões de cargas, para transportar lenha, tijolos, pedras, carvão e produtos agrícolas da região da Passagem Funda; outra curiosidade, era a existência de 14 lampiões que serviam como iluminação Pública, localizados nas Ruas;. 15 de Novembro, atual Salvador Gianetti, XI de Agosto (atual Capitão Pucci), Rua. Floriano Peixoto (atual Hipólito de Camargo) e Rua. Santa Cruz (atual Saturnino Pereira), instalados por volta de 1915.Apresentava Lajeado(Guaianases) em 1940, uma população de 2.967 habitantes e 806 prédios (fonte IBGE).O bairro participou na segunda Guerra Mundial, com a ida do pracinha Otelo Augusto Ribeiro, que infelizmente, não retornou à Pátria, morrendo em terras da Itália, mas que por fim, em sua homenagem, tem seu nome em uma das principais ruas de Guaianases.Finalmente o Bairro recebe oficialmente o nome de Guaianases, pela Lei n. 252 de 24/12/48. Palavra de ordem Tupi, isto porque a região fora habitada pela tribo dos Índios Guaianás, até os primeiros séculos do descobrimento do Brasil.Guaianases nos anos 40, passou a desenvolver-se com novos loteamentos, devido acrescente procura e necessidade de mão de obra nas Indústrias de São Paulo, ocorrendo então a migração de pessoas de todos os cantos do Brasil, principalmente do nordeste, que chegando como braço para trabalho, procuraram instalar-se nos bairros periféricos da Capital.Guaianases chegou em 1950, a contar com uma população de 10.143 habitantes, tornando-se por excelência, bairro dormitório; contava nessa época, com único meio de transporte, a valiosa MARIA FUMAÇA da EFCB, até 1958, quando começou a correr os primeiros trens elétricos que até hoje nos servem.A partir da década de 1950, o bairro prosseguiu seu desenvolvimento mais expressivo, com novos loteamentos, que surgiram da noite para o dia e, atingiu em 1960, uma população aproximada de 45.000 habitantes, desde então até hoje, com a constante migração e desenvolvimento de casas populares e Cohab’s, a região tivera um crescimento populacional espantoso e atualmente ultrapassa 1,6 milhões de habitantes.

Read more: http://eliselorena.blogspot.com/2008/09/guaianases-velho-de-gurra.html#ixzz1DxbjvCo7

Publicado em Sem categoria | 1 Comentário

Mais sobre Guaianases – No Estadão – A mulher do Telegrafista

Guaianases – A Mulher do Telegrafista

(Colaboração por e-mail do Autor)

Publicado em O Estado de S. Paulo [Caderno Metrópole], 

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011, p. C6.

Victor Brecheret, “Musa impassível”

Em 1909, Francisca Júlia da Silva, com 38 anos, nascida em Xiririca, hoje Eldorado Paulista, casou-se na capela do Lajeado com Filadelfo Edmundo Munster, telegrafista da Estrada de Ferro Central do Brasil. Lajeado era o que veio a ser Guaianases, um lugarejo que devia o nome à imensa pedreira de onde era retirada a brita para forrar os dormentes da ferrovia. Francisca Júlia fora para o Lajeado quando sua mãe, professora primária, em outubro de 1908, recebeu transferência de Cabreúva para lá. Foi padrinho da noiva o poeta Vicente de Carvalho. Noiva que em Cabreúva fora professora de piano e que tivera como aluno Erotides de Campos, então com 10 anos de idade. Ele viria a ser o prodigioso autor de composições como a lindíssima “Ave Maria”. Da desilusão de um frustrado noivado em Cabreúva, Francisca Júlia carregou até quase o fim da vida o alcoolismo.
Pouco tempo antes do casamento com o telegrafista, Francisca Júlia fora convidada a ingressar na Academia Paulista de Letras, que se formava. Recusou. Alguns anos depois, seria homenageada com um busto na Academia Brasileira de Letras. Quem era, afinal, a mulher do telegrafista do Lajeado? Francisca Júlia era a maior poetisa do parnasianismo brasileiro, reconhecida e aplaudida por escritores como Olavo Bilac. Publicara seus primeiros poemas em jornais de S. Paulo. Em diferentes momentos recolheu-se à vida doméstica, coisa que fez também depois do casamento. Era uma mulher bonita, de viso triste, reflexiva. Sua poesia é densa de competência linguística. Trabalhava com maestria a língua portuguesa. Em seus versos é claro o empenho em fazer de nossa língua instrumento de elaborada criação estética.
Com a descoberta, em 1916, de que o marido estava tuberculoso, tornou-se depressiva e mística. Filadelfo morreu em 31 de outubro de 1920. Após o enterro, Francisca Júlia tomou uma overdose de narcóticos e morreu na manhã do dia seguinte. Seria sepultada no Cemitério do Araçá, no dia de finados. Ao seu funeral compareceu a fina flor da intelectualidade como Guilherme de Almeida, Paulo Setúbal, Mário de Andrade (que criticara sua poesia), Oswald de Andrade, Di Cavalcanti…
São os intelectuais de São Paulo que decidem propor ao governo do Estado a feitura do túmulo da poetisa, o que tramita no legislativo por iniciativa do senador estadual Freitas Vale, da famosa Vila Kyrial, na Rua Domingos de Morais, lugar de encontro de artistas e escritores. Victor Brecheret esculpe para o túmulo, em mármore de Carrara, a bela “Musa impassível”, título de um poema de Francisca Júlia. A obra está hoje na Pinacoteca do Estado, restaurada. Uma réplica em bronze substitui-a no túmulo do Araçá, como a murmurar: “Em teus olhos não quero a lágrima; não quero
em tua boca o suave e idílico descante”.
Professor Emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e ciências Humanas
da Universidade de São Paulo

SONETO  

Musa Impassível
Musa! um gesto sequer de dor ou de sincero
Luto jamais te afeie o cândido semblante!
Diante de Jó, conserva o mesmo orgulho; e diante
De um morto, o mesmo olhar e sobrecenho austero.

Em teus olhos não quero a lágrima; não quero
Em tua boca o suave e idílico descante.
Celebra ora um fantasma anguiforme de Dante,
Ora o vulto marcial de um guerreiro de Homero.

Dá-me o hemistíquio d ouro, a imagem atrativa;
A rima, cujo som, de uma harmonia crebra,
Cante aos ouvidos d alma; a estrofe limpa e viva;

Versos que lembrem, com seus bárbaros ruídos,
Ora o áspero rumor de um calhau que se quebra,
Ora o surdo rumor de mármores partidos.

Biografia por Roberto Fortes

Por Antonio Miranda

Publicado em Sem categoria | 1 Comentário

Igreja O Brasil para Cristo em Guaianases

Igreja Evangélica
Conheço esta igreja bastante tempo. Alguns de seus seguidores tem participado ativamente  das atividades sociais do bairro.
PAra contar a história de nosso bairro a gente não pode esquecer também as diversas igrejas evangélicas que existem aqui e que sãoesquecidas pela mídia.
A Igreja o brasil para Cristo chegou aqui no meio do ´seculo passado e tem construído seu próprio caminho em nossa História.

História da Igreja

A história da Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil Para Cristo da Região de Guaianases foi fundada em São Paulo, em março de 1956, pelo missionário Manuel de Melo e Silva juntamente com pastores: Avelino de Souza, Antonio Escarano, Antonio Benedito, José Fernandes, Silvio de Carvalho, Jorge e José Alves Celestino, com registro de função nº 1639, em 11 de abril de 1980, no 3º Cartório de Registros Civil de Pessoas Jurídicas, São Paulo, SP.
A igreja O Brasil Para Cristo da Região de Guaianases reconhece Jesus Cristo como único cabeça em matéria de fé, disciplina, conduta de governo e rege-se pelos princípios éticos, morais e doutrinários contidos na Bíblia Sagrada.
A igreja O Brasil Para Cristo da Região de Guaianases tem por finalidade:

Prestar culto a Deus, estudar as Sagradas Escrituras e proclamar a mensagem do Evangelho, por meio de cultos, templos, salões, pavilhões de lona, auditórios públicos ou privados, praças públicas, programas de rádios, TV, internet e demais meios de comunicação, orar pelos enfermos com imposição de mãos e praticar a unção com óleo;

Promover comunhão entre os seus congregados, sob senhorio de Jesus Cristo;

Levar todos os seus freqüentadores, membros ou não, através de estudos bíblicos, a viverem de forma sadia, moral e eticamente de acordo com os ensinamentos cristãos;

Praticar assistência aos pobres, enfermos, órfãos, viúvos, enfim, a todos quantos estiverem economicamente necessitados e socialmente desamparados, dentro de suas possibilidades, promovendo desta forma beneficência aos seus membros e a comunidade, através de escolas, órfãos, creches, asilos ambulatórios, visitar hospitais, casa de recuperação;

Promover ações de educação e cultura em todos os níveis e áreas do conhecimento humano;
Cultivar na fraternidade e cooperação com outras áreas do conhecimento humano;

Promover seminário para a família, Promover encontros, congresso, simpósio e cruzadas evangélicas, através de todos os meios disponíveis de comunicação.

Veja algumas fotos do começo de nossa congregação na região.

Página Inicial | Nossa Localização | Fale Conosco | Portal Conselho Nacional | Portal Missão Desafio

Portal Igreja Evangélica O Brasil Para Cristo Guaianases – Sede Regional

Rua: Dr. alimior de Campos, Nº 14 Cep: 08450-030 – Guaianases.

Copyright © 2009 O Brasil Para Cristo Guaianases All rights reserved.

| Desenvolvedor Marcelo Fernandes | Webdesigner Ivan Fraga |

Publicado em Sem categoria | 3 Comentários

Dona Ruth P. Karbstein

Ruth Karbstein, que a nossa história não esqueça a sua importância…

 

Estava na minha sábado e dona Ruth me contou que sua filha, que mora na Alemanha descobriu esta postagem minha.
Dona Ruth é, como disse na postagem de 2005, um ícone deste bairro. è uma pessoa maravilhosa.
Extremamente vivaz, nos faz acreditar que a vida pode ser melhor. Tem a capacidade de nos por para cima.
Sempre que surge, é como o sol que nasce, trazendo vida e libertando.
Durante um tempo trabalhamos juntas em alguns projetos sociais, Participamos do Seminário “Guaianases tem Solução” realizado pela Sub Prefeitura de Guaianases, na gestão do Dr José Olímpio, trabalho este que trouxe alguns benefícios para o Bairro.
Sempre disposta, nunca diz não e está sempre pronta a atender quaisquer que sejam as dificuldades. Mesmo tendo dificuldade de locomoção.
Temos opiniões políticas diferentes e respeitamo – nos mutuamente. Getulista roxa, ensinou – me a admirar esta figura política e histórica, que para mim era apenas um presidente suicída.
Assim é a Dona Ruth Karbstein, sempre pronta a realizar algo, a fazer nascer em alguém uma nova luz, um ideal.
Lógico que não me tornei uma getulista ferrenha. Sou bastante diferente da Dona Ruth.
Dona Ruth Karbistein,não é só a presidente de honra do CONSEG Guaianases, é também uma das figuras femininas que mais contribuiram para o crescimento deste bairro e deste Estado.
Parabenizar a Dona Ruth Karbstein, não é só uma questão de lembrar de seu aniversário que está chegando, é parabeniza – la por sua importância histórica.

Quanto a postagem…
Era Dezembro de 2005, estava cansada de tanta injustiça e resolvi ficar na minha. Como conto abaixo e você pode ler:

“Há mais de vinte  anos trabalho com a Comunidade de meu Bairro ( Guaianazes – SP ), e já vi muitas injustiças acontecerem.tanto no nível de atendimento, quanto com a comunidade geral.
Dia 15 agora, desde cedo, pensava que seria um dia cansativo. A Instituição que usava nosso espaço e abandonou seus alunos a sua própria sorte, informou – nos que o Senhor jorge Teixeira, Jornalista e Dono do Grupo Leste de Jornais, viria retirar as cadeiras universitárias que usamos . A Telefonica cortou nossos telefones por causa da conta de agosto, que eles não enviaram. Fiquei sem Internet e perdi doi alunos. Juntando isto ao furto sofrido a 10 dias, onde perdi meu celular e com ele toda minha agenda telefônica, era um dia para ser sofrido e não vivido.E para ser sincera, resolvi sofre – lo. Sabe a tradicional autocomiseração? Pois é! Aderi a minha. Afinal seria a primeira do ano e ele já esta acabando.Então uma de minhas alunas, lembrou – me que eu tinha uma reunião de Diplomação na Biblioteca Cora Coralina, com o CONSEG – www.conseg.org. (link inválido)Cansada que estava, resolvi subir em casa e tomar um banho e por uma roupinha meio relaxada ( lembrem – se que eu estava me direcionando para baixo! ). De sandália baixa e astral idem, peguei a Larissa e desci para a Biblioteca.
Realmente! Uma cerimonia simples, bem organizada, como tudo o que a Dona Ruth Karbstein promove.
Esta muilher que é um ícone em nosso bairro, por sua História, que se confunde com a de nosso país, afinal participou da Guerra, foi policial civil, dirigiu o CONSEG por 10 anos, é presidente de honra do partido, criou filhos maravilhosos e ministra aula de religião até hoje, com seus mais de 80 anos.Por si só, Dona Ruth já é uma pessoa que põe a gente para cima.
Bem… A cerimonia foi linda e algumas pessoas receberam diploma de Honra ao Mérito por serviços prestados a Comunidade. Inclusive eu. Que não esperava e tremia mais que vara verde. Fiz um discurso de improviso e durante minh fala passava por minha memória todas as dificuldades que vivi neste últimos anos.
Cada pedra que se pôs em meu caminho.
Chorei e não sei como continuei em pé.
Estavam lá muitas pessoas, inclusive a escritora Iara Stein.
Uma modelo linda, que a emoção me fez esquecer o nome, o Delegado Moreli, o Jornalista Jorge Teixeira, o Chiquinho 90, atual responsável pelo Serviço Social em Guaianazes, o Senhor Juraci, representante do Sub Prefeito Estevam Galvão, a PM e GCM estavam lá e muitos foram condecorados.
Eis aí meu diploma:

 

Para muitos é apenas um pedaço de papel.Mas como demorou para eu receber um. Só eu sei quantas lágrimas ele me custou. Quantos namorados perdi nesta minha luta, quantos fins de semana sem amigos e quantos natais e anos novos longe de todos os sobrinhos, da minha neta postiça. Que na época,já fazia um ano que eu não via.
Quantas cobranças da própria comunidade, que não me ver ter vida particular e na verdade vida alguma.
Estou sempre vivendo a vida dos outros. Valeu a pena tudo.”
Elisabeth Lorena Alves
Publicado em Sem categoria | 2 Comentários

Jesus Teixeira da Costa – Há controvérsias…

Há Controvérsias…

não para mim,valeu Jesus Teixeira da Costa

É por causa de política mesmo que Guaianases é extremamente controverso. Os politiqueiros em geral, sempre estão levantando questão sobre qualquer figura política local. Aproveitando os muitos preconceitos da população.E alguns políticos também usam esta arma aqui, aderindo aos boatos e aumentando-os.
Estive pensando em um homem diferente.Uma figura muito conhecida aqui em Guaianases. O senhor Jesus Teixeira da Costa. Aquele mesmo, que dá nome ao Hospital Geral de Guaianases e tem um busto na praça central, perto da Biblioteca…Isto se não retiraram de novo.
Não conheci seu Jesus pessoalmente, só de ouvi falar e,confesso que no meio em que circulo os comentários não são muito elogiosos.Assim, nunca parei para pensar neste homem. Confesso,de novo, que a poucos dias as coisas mudaram. Neste dia, meu pai, falava mais que o homem da cobra dentro de casa enquanto eu tentava ler meu Luiz Fernando Veríssimo.Como não conseguia concentrar-me, acabei ouvindo parte do que ele dizia e, era elogioso. Percebi que se tratava de Jesus Teixeira da Costa.
Passei a prestar atenção. Foi assim que descobri que e vivia para cima e para baixo, trazendo tudo quanto é gente para conhecer os problemas de nosso bairro.Que não podia ver uma ponte quebrada, uma rua alagada ou um entulho esquecido, que este homem saía atrás de quem pudesse atendê-lo e que em muitas vezes obteve sucesso.Então saí procurando dados sobre e esta figura, que patrocinava times de futebol e de bocha e ainda tinha tempo para trocar idéia com a população. Descobri até que ele conversava com meu avó e seu Noé na Rua da Biquinha – eles eram marreteiros ali – e que nunca deixava de falar com quem quer que fosse quando encontrava-se na presença de alguma autoridade.
Trabalhava por nosso bairro e chegou a tentar representar-nos nas grandes Casas, não conseguindo eleger-se – provavelmente pela ingratidão de nosso povo – ex combatente, Jesus Teixeira da Costa nunca perdeu o animo e até seus últimos dias,preocupava-se com este bairro.Tinha por amigo o Professor Martins e era extremamente reservado, mantendo sua vida pessoal longe de sua figura pública. Em minhas pesquisas para este “post” conversei com alguns moradores antigos de Guanases, que confirmaram estas informações. Seu Xavier – conhecido aqui como Xavier da 68º- e um dos que confirmam a postura digna de Jesus Teixeira da Costa, com que manteve conhecimento e de quem sente saudades.
Por ser uma pessoa reservada, Jesus Teixeira da Costa não deixa registro público de sua vida pessoal. Assim, o máximo que consegui chegar foi que teve um matrimônio longo e feliz com a Professora Araci Zebral Teixeira e teve 9 filhos, que obviamente viviam a margem de sua vida pública.

Confesso que analisando estes fatos, cheguei a conclusão que ele merecia figurar neste espaço, mesmo não sendo tão anônimo assim, embora muitos o veja hoje apenas como o patrono do Hospital Geral e da Praça Jesus Teixeira da Costa, onde seu busto foi incinerado de forma desrespeitosa.
Mesmo sendo uma figura tão controversa – e se não fosse isto não seria Guaianases – resolvi assumir as responsabilidades de postar esta homenagem a este homem forte que tanto fez por nós.
Aqui vai meu o meu muito obrigada.

E como não posso agradecer a ele, agradeço aos seus, que com certeza sofrem com o esquecimento deste ente por parte do povo que ele, muitas vezes preferiu servir a dar maior atenção aqueles que realmente o amava: seus filhos.Meu obrigada vai para a família Teixeira da Costa.

Elisabeth Lorena

Publicado em Sem categoria | 1 Comentário